Depoimentos de fumantes

Depoimentos em vídeo de alguns de nossos pacientes:

Dr. Mailson da Nóbrega –  Ex ministro da fazenda.
Sr. José Roberto Gonçalves – Rep. comercial.
Sra. Kika Sampaio – Professora de sapateado.
Acesse o canal do Instituto Marat no Youtube e confira todos os vídeos: https://www.youtube.com/channel/UCURluzgurHTiQE8OXGOStVA

 

Outros depoimentos de fumantes que pararam de fumar com esta técnica auricular.

São Paulo, 08 de agosto de 2011.
Ao Sr Marat – Instituto Marat
De: Muricy Ramalho

Caro Marat,
Minha esposa e eu deixamos de fumar com seu tratamento em 1994. Completamos 17 anos sem o cigarro. Foi bastante tranquilo e mais fácil do que esperávamos. Esta técnica é surpreendentemente eficaz e o resultado foi imediato. Graças ao seu tratamento nos livramos deste hábito, e com certeza ajudou a melhorar nossa saúde em todos os aspectos.

Ficamos felizes por não ter tido necessidade de tomar medicações para deixar este vício. Quem quer parar de fumar e não consegue, certamente encontrará uma ajuda benéfica com o seu tratamento. Parabéns e um grande abraço.
– Muricy Ramalho – Técnico de futebol

São Paulo, 17 de janeiro de 2011.
Para Sr Marat – Instituto Marat
De: Renata Aparecida Carmassi

Sr. Marat,

No dia 17 de janeiro de 2011, estive no Instituto Marat me consultando para tentar para de fumar. Me lembro que sai chorando da consulta, quando me disse que eu não fumaria nem mais um cigarro, o meu último cigarro.
Foi bastante tranquilo e mais fácil do que eu esperava. Esta técnica é surpreendentemente eficaz e o resultado foi imediato.

Fumei meu último cigarro mesmo assim, na porta do supermercado em que fiz uma compra com muitas coisas ligths e água. Faz 6 meses e 1 dia que parei de fumar, que sou uma ex fumante. Não suporto o cheiro do cigarro e não sinto mais vontade nenhuma…nenhuma mesmo. Não posso dizer que sofri, algumas momentos foram um pouquinho difíceis, mas no geral foi como uma passe de mágica. Eu fumei por 14 anos, tenho 29 anos, 1 maço por dia! Obrigada Sr, Marat. Espero que seu trabalho continue ajudando e mais, salvando vidas! Abraços.
– Renata Carmassi Executiva de Contas – Imóveis

Ribeirão Preto, 18 de fevereiro de 2011.
De: Juliana Said

Olà Sr. Marat, tudo bem?

Escrevo para contar um pouco da minha nova vida sem o cigarro (faz seis meses!!!) No ultimo domingo eu corri a minha primeira prova, a Track and Field Ribeirao Preto. A primeira de muitas que virão! Corri 5 km em 38 minutos! Ainda tem muito para melhorar… Mas nada mal para quem fumou por 18 anos!

Em cada escolha, uma renuncia. Essa vida eu escolhi: LIMPA, LEVE E MUITO FELIZ!!! Muito obrigada!!! Parabéns e um grande abraço.
– Juliana Berbel Said

São Paulo, 25 de maio de 2011.
De:José Carlos Soares, 60 anos, cidade de Votorantim

Ao Sr. Marat,

Olá, boa tarde. Estou enviando esta mensagem para agradecer ao Sr.Marat pela modificaçao que fez em minha vida. Fiz o tratamento há menos de um mês, precisamente no dia 04/05/2011. Lembro que no dia, apesar de não estar acreditando muito que eu tivesse algum resultado positivo, visto que fumo desde meus 16 anos de idade (portanto há 44 anos já), visto que já tinha feito várias tentativas de deixar o cigarro sem sucesso, e apesar do Sr. dizer na entrevista pessoal que fez comigo, que eu não conseguiria deixar o cigarro, assim mesmo insisti para que fosse feito o procedimento comigo. Bendita decisão que tomei.

Quando saí de seu consultório, na minha viagem de volta pra minha cidade e com o passar dos dias, a partir daquele momento, nunca mais senti vontade de fumar. Foi difícil nas primeiras horas controlar as mãos, pois a toda hora levava-a para o bolso da camisa buscando um cigarro, mas deixo bem claro que era apenas um gesto intuitivo, e não vontade de fumar. Os primeiros 3 dias foram assim um pouco esquisitos, mas sem trauma, e sem vontade alguma de fumar. Os adesivos caíram em 2 semanas, e estou muito feliz pois tenho certeza que nunca mais volto a acender um cigarro.

E isto tudo, sem falar nas melhoras que estou sentindo em meu corpo, com a volta do paladar, com a respiração se normalizando, enfim, só tenho que agradecer por esse verdadeiro milagre. Muito obrigado.
– José Carlos Soares

São Paulo – Ribeirão Preto- 29 de setembro de 2009
Maria Amália de Azevedo Marques Fioratti

Interessante essa coisa de um fumante convicto parar de fumar! Sempre vem a pergunta: será que eu quero MESMO parar de fumar ou será que a pressão da sociedade está me sufocando a ponto de minha vontade de fumar ficar, digamos assim, comprometida? Não saberia responder.
Fumei por mais de 35 anos (sou da geração em que era lindo fumar!), fui atleta de voleibol, aliás, comecei a fumar nos alojamentos dos campeonatos que participava (ridículo isso nos dias de hoje, mas foi assim mesmo!), passei por duas gestações (a segunda gemelar) e nem assim, parei de fumar de uma vez. Lembro que enquanto ainda amamentava meus gêmeos, ficava ansiando por receber alguma visita que fumasse, para poder dar umas tragadinhas, assim como quem não quer nada… mas diga-se de passagem, que isso acontecia longe de meus filhos!… E assim foi. Por várias vezes tentando parar das mais variadas maneiras, com remédios, promessas, pedidos de meus filhos, simpatias, piteiras, até reza brava entrou nesse duelo… e nada!

Até que um dia, numa circunstância absolutamente profissional, conheci uma pessoa super interessante, que num convite para um café, comentou que há alguns anos havia deixado de fumar (fumou por mais de 40 anos), que sua relação com o café e o cigarro era super bem resolvida a partir de um tratamento feito em São Paulo (moro em Ribeirão Preto) há uns 6 anos antes, no Instituto Marat. Fiquei curiosa e alguns dias depois ele me mandou um e-mail com o site para que eu conhecesse.

Percorri todo o site por mais de uma vez (mentira, milhões de vezes!), e dias depois, visitei uma amiga (igualmente fumante inveterada) que estava com sérios problemas cardíacos, problemas esses agravados pelo uso do cigarro, naturalmente! Comentei e passei para ela o tal site www.fumo.com.br. Confesso que fiquei apreensiva com a possibilidade de parar, pois eu tinha uma relação de absoluto e feliz casamento civil e religioso com o cigarro! Já imaginou um divórcio agora, nesta altura do campeonato???

E foi aí, que tive um estalo: comentei com essa amiga sobre a possibilidade de pararmos com o cigarro, juntas, uma dando força e moral à outra. Minha amiga ainda ficou receosa, com medo do fracasso, afinal, ela também tinha lá as suas dúvidas com relação ao sucesso do tratamento… mas insisti, e liguei marcando nossa ida à São Paulo. E no dia marcado, lá estávamos nós, ansiosas como duas adolescentes. Fumamos ainda na porta do prédio, sem muita certeza de que seria mesmo nosso último cigarro.

E está fazendo exatamente hoje, (14/04/2011), três (3) meses que não fumo. Entrei para a categoria dos ex fumantes. Minha amiga também continua firme no seu propósito. Já servi de exemplo e incentivo para vários amigos surpresos com a minha nova condição, principalmente pelo fato de eu não estar tendo aqueles conhecidos “ataques” provocados pela abstinência! Confesso que vez ou outra, sinto falta daquele “companheiro”, mas logo tiro isso da minha cabeça, e sigo firme com o meu objetivo, e com a minha nova realidade: uma mulher LIBERTA!!!
– Abraços a todos, e boa sorte.

São Paulo, 15 de maio de 2004.
De :Carlos Eduardo de Lima Cini

Gostaria de informar o Sr. Marat que eu parei de fumar. Fiz o tratamento com ele no dia 09/09/2009 e estou sem fumar desde então. Os selinhos na minha orelha do lado direito; um caiu com 2 semanas e outro com 16 dias o da esquerda continuam no lugar. Os 3 primeiros dias foram de muita tristeza, mas zero de cigarro, parece que foi deletado de minha memória que eu era fumante, foi incrível a reação. Muito obrigado por tudo!
– Maria Amália de Azevedo Marques Fioratti

De:CARMEN APARECIDA CARMONA

Ao Sr. Marat,
Há um ano atrás, exatamente no dia 30/04/2003 estive em seu Instituto. Cheguei dez minutos antes do horário e fumei mais um cigarro na porta do prédio, em frente à banca de revistas, antes de entrar em seu consultório. Ainda não sabia, mas este seria meu último cigarro. Durante sua palestra você disse que eu já havia fumado o último cigarro. Quase desisti nesse instante. Mas resolvi ficar. Já tinha tentado parar com piteiras, adesivos e anti depressivos, sem resultados.

Passei pelo processo do ponto cirúrgico e joguei fora tranqüilamente meu cigarro, afinal de contas eu tinha outro no carro. Quando entrei no carro, o primeiro impulso foi acender um cigarro, mas resolvi beber um gole d’água. E para minha surpresa não foi tão difícil chegar em casa sem fumar. Nos primeiros dias contei as horas, depois os meses e assim já completei um ano sem fumar. É incrível como notamos as melhoras logo nos primeiros dias. Melhoras no fôlego, olfato, paladar. Eu particularmente senti uma diferença fantástica na respiração logo nos primeiros dez dias.

Há um ano eu não conseguia subir uma pequena ladeira sem que o coração disparasse. Não conseguia falar por muito tempo sem tossir. Acordava à noite com tosses horríveis. Estava completamente sem fôlego. Então pensei: Vou fazer natação, assim meu fôlego melhora e eu não preciso parar de fumar. Comecei então com as aulas de natação. Chegava do outro lado da piscina com o coração disparado e cansadíssima. Cheguei num ponto onde tinha duas opções: ou parava de nadar ou parava de fumar. Acho que fiz a opção certa. Tenho 48 anos. Fumei durante 30 anos. Hoje estou ótima. Outro dia consegui nadar 1000 metros em 50 minutos. Mês passado até fiz uma trilha em Parati, duas horas de subida pelo caminho do ouro, tranqüilamente.

As vezes, em momentos de prazer, sinto uma passageira vontade de fumar, mas com todos esses benefícios, só se eu for muito burra para acender um cigarro de novo. Eu gostaria de lhe agradecer muito. Eu não acreditava que esse método fosse tão eficaz. Não posso dizer que foi fácil abandonar o cigarro, mas com certeza eu não teria conseguido só com força de vontade. Muito obrigada,
CARMEN APARECIDA CARMONA

De:Lara C. Ribeiro

“Como foi minha vida com o cigarro e como consegui escapar deste martírio com o ponto na orelha”.

Eu comecei a fumar com 15 anos, no colegial. Minhas amigas fumavam e eu achava que era legal acender o cigarro e soltar aquelas baforadas, com ar de gente grande. Naquela época havia muita propaganda de cigarro na TV e no cinema, o que estimulava muito os jovens a se iniciar neste vício. Com o tempo, comecei a fumar cada vez mais regularmente, até chegar a um maço por dia. Eu me casei com 21 anos e meu marido também era fumante. Os primeiros problemas surgiram quando meus dois filhos nasceram com baixo peso, sem motivo aparente, atribuído posteriormente ao hábito de fumar. Quando eu tinha 30 anos já era forte a noção de que o cigarro é muito prejudicial à saúde. Meu marido, que tinha mais força de vontade do que eu, abandonou o cigarro. Eu não conseguí. Passamos a ter problemas porque ele não queria que eu fumasse dentro de casa, para não prejudicar as crianças ou dar mau exemplo. Por outro lado, ele passou a não suportar a fumaça de cigarro, sentimento compartilhado por grande parte de nossos amigos, que não fumavam ou que já tinham abandonado o vício. Nos restaurantes sempre discutíamos em que setor sentar. Com o tempo ele passou a reclamar do meu hálito de fumante, dizendo que parecia estar beijando um cinzeiro.

Nossos problemas não se resumiam apenas ao cigarro e acabamos por nos separar há 5 anos. Eu continuei fumando, às vezes um pouco mais, às vezes um pouco menos, mas jurei que só iria me casar de novo com um fumante! Isto foi outro problema, porque atualmente os homens fumam menos que as mulheres. Estão mais preocupados com seu coração, sua pressão arterial e fazem mais exercícios do que nós também. Eu comecei a reparar que meus dentes estavam acinzentados, assim como minha pele, e começaram a aparecer manchas amareladas em meus dedos e unhas. Percebi também que ficava resfriada com mais frequência e com muita tosse e catarro. Comecei a observar as mulheres mais velhas que fumavam e reparei que além da voz grossa, elas tinham o horrível hábito de tossir sempre que queriam dar uma boa risada.

Passei a reconhecer de longe uma pessoa fumante e isto mexeu muito comigo. Não queria envelhecer deste jeito, tossindo, pigarreando, com cheiro de alcatrão em minhas roupas, cabelos e até no meu corpo, sem falar no risco de morrer precocemente com câncer, enfisema ou sei lá que mais… Foi então que decidi que estava na hora de parar de fumar. Tentei muitos métodos, sem sucesso, até ser indicada por uma amiga para o Instituto Marat. Em princípio não acreditei que aquele simples ponto cirúrgico na orelha pudesse produzir algum efeito. Mas resolvi tentar porque percebí que precisava de ajuda urgentemente.

Quando coloquei o ponto fiquei feliz por ter sido selecionada, uma vez que naquele dia algumas pessoas tinham sido recusadas após a entrevista com o simpático francês Fage Marat. Eu segui rigorosamente as orientações do Instituto. Nos primeiros dias eu não senti quase vontade de fumar. Mas atribuí aquilo a um período inicial, que iria mudar após alguns dias ou semanas. No início, eu sonhei muitas vezes que estava fumando, mas estes sonhos foram diminuindo à medida que passavam as semanas.

Hoje estou com 42 anos e já não fumo há 2 anos. Passei a fazer exercícios regularmente, meu hálito voltou ao normal, minha pele está mais viçosa e eu sinto que meus pulmões estão dia a dia mais limpos e desintoxicados. É incrível a sensação de bem-estar que se tem após largar este auto-envenenamento. Acabei casando-me novamente, obviamente com um não-fumante e tenho me cercado de amigos que também não fumam. Meus filhos estão felizes comigo e orgulhosos por eu ter vencido esta batalha.
– Lara C. Ribeiro


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